segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

O Vencedor - Capítulo 8

O Vencedor

Capítulo 8


“Marca um dez e sobe.”

Ele soou mais sexy do que autoritário na voz pesada de álcool. O bafo me deixando bêbado junto, mas bêbado de luxuria. O cheiro que tinha na cabeça do pau dele, o bafo, o cheiro de cigarro e o perfume resistente, caro, como eu já tinha dito.

O meu dono tinha chegado. E vinha, de novo, todo senhor, imperativo, ciente de que era dono. E vinha reclamando o que era seu.

Subi e o encontrei em pé com uma garrafa de champanhe quente na mão, vestido exatamente como estava de manhã. O short velho de nylon azul claro que, agora, estava com manchas esbranquiçadas espalhadas na parte da frente.

Olhei pra ele esperando o comando, qual seria agora? Ele pareceu reconhecer e apreciar isso. Apenas me observou gozando os efeitos de seu poder sobre mim. E, então, sem abrir a boca, olhou de mim para o chão em frente a ele e voltou a me olhar. Uma ordem havia sido dada ali e me cabia obedecer.

Me ajoelhei na frente de Maurício e olhei pra cima em busca de seus olhos. Ele sorriu com malícia um instante antes de forçar meu rosto contra seu pau por sobre o short. O cheiro do nylon, e da sujeira no nylon, o toque macio do piru revestido de nylon. Cheiro de mijo, de cigarro, de bêbado. Eu tragava os odores de Maurício como se fossem oxigênio. E eram para as minhas necessidades.

Ele ficou se divertindo com o que me causava ao se esfregar em mim, ao esfregar seu sexo na minha cara.

“Vem.” Ele foi sentar na cadeira de escritório que tinha no quarto.

Ele tirou o short, descansou a garrafa na escrivaninha e acendeu um cigarro. Quando eu cheguei perto, ele se acomodou com a bunda no limite da cadeira e abriu as pernas. O saco e o pau pendendo livres.

“Vem se esfregar na minha rola.”

Não esperei. Cai de cara em seu ventre e o cheirei e acariciei com meu rosto.

“Me lambe aí tudo.” As sobrancelhas altivas.

Lambi todos os cantos que podia encontrar, as virilhas, as bolas, o canto entre saco e virilha, lambi. Lambi e chupei seus pentelhos e inalei e mordi com carinho. Maurício ria maldoso. Terminou o cigarro e levantou empurrando a cadeira pra trás.

Ele me segurou pelos cabelos da nuca e me puxou para encará-lo, me olhou bem no fundo dos olhos e por um instante vi um lampejo do que achei ter sido ternura ou pena; ele aproximou o rosto do meu e numa fração de segundo, discerni o inconfundível som frio,  antes de sentir o cuspe caindo nos meus lábios. Estremeci de susto, ainda assim.

“Pensou que eu ia beijar você?” O olhar gelado, brilhando maldade. “Achou que eu ia colocar minha boca na sua?” 

Cuspiu de novo. Forte e farto, dessa vez na minha bochecha e espalhou com a mão pelo meu rosto. Aproveitando a mão ali, talvez, tampou minha boca e encostou a sua própria no dorso e, num requinte de sua crueldade, simulou que me beijava como quando éramos crianças.

Tornou a erguer meu rosto para si e cuspiu novamente em meus lábios. Fez deslizar a cabeça de seu pau por eles molhados, devagar como se fosse um pincel dando vida a uma tela em branco. Quis abrir minha boca para engolir a glande macia e tomei uma pirocada que machucou meu lábio, contra o dente.

“Eu mandei?” Fiz que não. 

Outra cuspida no rosto desta vez espalhada pelas bolas que deslizaram no meu rosto pra cima e pra baixo, me impregnando do cheiro delas.

“Abre a boca.”

Cuspiu dentro.

“Engole.”

Engoli.

“Aaaa.” Ordenou.

Cuspiu de novo.

“Agora, saboreia, sente na boca. Abre.” Cuspiu mais uma vez e enfiou a pica com vigor até alcançar o máximo da minha garganta.

Eu estava preocupado porque eu não sabia como chupar, só tinha chupado o próprio Maurício, havia tempo; mas a preocupação se tornou vã quando percebi que eu não estava ali para chupar e sim para que tivesse a boca fodida.

Os sons que eu emitia eram como os de alguém que estivesse afogando. O pau de Maurício saía e entrava fundo, sem pena da minha boca obedientemente aberta para o seu ir e vir violento. Não se importava. Enfiava e tirava apenas e forçava fundo, uma vez que tivesse tornado a enfiar.

Meus lábios sentiam sua púbis pressionando, a pica querendo ir mais fundo. As mãos dele firme em minha nuca, prendendo, puxando, fazendo dele. Eu queria engolir o quanto pudesse, queria engolir mais. Engolir junto as bolas, a virilha. Queria engolir o sexo todo do meu dono. Queria, assim, ser a boca em que ele metia e fodia, ser a língua em cujo atrito ele achava prazer, queria ser a goela onde ele guardasse a cabeça do pau, sentir a intensidade dos seus movimentos, a força de sua metida, a surra de pentelhos no nariz. Me alegrava saber que era em mim que ele vinha ter prazer.

Maurício gemia e parecia saber exatamente o que se passava na minha cabeça.

“Tá gostando? Você gosta disso?” E fazia cara de nojo. “Como você pode?” E metia fundo e sem parar. “Que nojo, cara. Você não tem vergonha de deixar um cara fazer isso contigo?”

“Te dá prazer se sentir um buraco? Saber que eu só tô aqui porque tô com vontade de gozar e você era a opção mais rápida? Gosta de ficar com a boca aberta pra minha rola?” Ele falava e enfiava pica goela abaixo, me deixando tomar curtos tragos de ar enquanto saía pra voltar a entrar.

“Eu posso fazer o que eu bem quiser, né? Você não vai se opor a nada. Coisa triste, cara.” E enfiou fundo e trancou minha cabeça no que me pareceu uma eternidade vermelha e inchada. “Aguenta minha rola, deixa ela dentro. Isso. Toma minha pica. " Esperou um pouco mais e tirou a pica da minha boca me liberando pra voltar a superfície e encher meus pulmões de ar. Me cuspiu repetidas vezes e mandou que eu deitasse na cama.

“Aí, não.” Disse rápido quando eu fui em direção a cabeceira. “Deita na ponta com a cabeça pra fora.”

Entendi como ele queria. Deitei de barriga pra cima com a cabeça pendendo indefesa pronta pra ser fodida. Ele prendeu minha cabeça entre suas coxas e o saco peludo caiu sobre meu nariz e boca, se esfregando babado. Chupei seu saco, querendo comê-lo, lambi, beijei, fiz amor com o saco do homem que eu desejava. Ele se masturbava enquanto eu lambia o seu saco amorosamente.

“Saco é humilhação demais, não acha não? Um saco melado lambuzando sua cara toda.”

“Eu gosto.”

“Gosta, filho da puta?” Aquele “filho da puta” de macho com o “pu” tônico e bem articulado. “Abre a porra da boca. Vamos ver se você gosta.”

Maurício fodia feito um louco, como se ao invés de uma boca estivesse dentro de uma boceta, mas eu adorava aquilo. O animal nele fazendo a vara deslizar pelos meus lábios e língua pra, então, descansar no fundo. Era delicioso. E tinha hora que ele brincava, metendo devagar e manso, curtindo as sensações em seu caralho molhado da minha saliva misturada de seu cuspe.

Sentia-o rebolar dentro da minha boca, fodendo a minha cara conforme melhor lhe aprazia. 
E isso nem me dava prazer só porque era Maurício ali gozando de mim.

“Quero mijar.”

“Eu não vou sair daqui.” Me atrevi a um gracejo.

“O quê?” Ele fez de que não tinha entendido. “Não. Eu não vou sair daqui pra mijar. Eu tenho sua boca pra isso. Ou você não veio pra todas as minhas vontades?”

“Anda. Ajoelha aqui.”

Me ajoelhei.

“Abre a boca.”

Abri e ele colocou o pau ainda duro dentro.

“Fecha. Não deixa pingar no chão.”

Ele segurou minha cabeça, fechou os olhos, concentrado, e comecei a sentir o mijo quente, salgado e amargo, deliciosamente preenchendo a minha boca.

“Engole.” Ele parou de mijar e disse.

Engoli satisfeito. Na minha cabeça eu pedia: “Mija, meu dono. Mija mais, gotoso.” E ele me atendeu. Encheu minha boca e me fez engolir várias vezes, enquanto eu como que orava pedindo “Mija, macho.” e tinha minha boca cheia pra engolir de novo. 

Não me incomodava de ser sua latrina. Me excitava. Meu pau doía rígido na cueca. Era o dejeto de Maurício que eu bebia. Quando terminou, sacudiu as últimas gotas no meu rosto e me deu o pau pra lamber.

Ele me deu o saco pra comer e fiquei lá esquecido da vida, lambendo enquanto ele tocava uma. Quando enfiou pela minha boca e bombou ofegante, não demorou pra que esguichasse porra farta que escorreu pela minha garganta enquanto ele mantinha minha cabeça presa contra a sua púbis sem me dar escolha.

Maurício tirou o pau da minha boca bruscamente e o esfregou no meu rosto lambuzado. Me cuspiu de novo.

“Vai.” Disse batendo com a rola onde tinha acabado de cuspir. “Vaza.”



Continua... 

<<<Comentem que eu me encorajo a continuar contando. Gostaria de saber quem são vocês que se interessam pela minha história.>>>

7 comentários:

  1. Melhores contos, deve continuar. Porém, acho que seria melhor colocar 2 episódios por dia. Já estamos esperando o próximo

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    1. Muito obrigado. É difícil achar tempo pra escrever mais que um capítulo por dia. A vida não é mole aqui dentro. Tenho minhas obrigações a cumprir. Mas vou fazer o possível.

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  2. Ja quero a proxima parte!

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  3. Conta a história da primeira vez que vc chupou ele

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  4. essa história é fictícia? ou aconteceu com vc

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